quarta-feira, 23 de maio de 2012

The End


Deu longas braçadas de amor
perdeu o ar
perdeu    a voz


Salvou-a um  torpor
que desfez   nós

de outra dor

6 comentários:

Leonardo B. disse...

[e como quem perde a voz,
recomeça!]

um imenso abraço,

Leonardo B.

cabecaliberta disse...

Eu já perdi muito o fôlego, mas agora eu tenho resistência! kkk
Adorei, Adoretto!

Marcelo R. Rezende disse...

E que trará novos nós e novas dores, num ciclo, sempre é assim.

Virginia disse...

Oi Neuza,
gosto demais da forma como escreve. Não sou especialista em poesias, poemas ou algo do tipo.Faz um tempinho que venho aqui e fico encantada com o que escreve. Nunca tive vontade de comentar, mas acho que precisava falar isso. Desculpa 'invadir' sua casa. bjs.

Nádia disse...

Muita saudade da `realíssima` amiga Neusa. Quanta coisa boa de ser ler! Se deleitar, sentir...Alma confiante, aura dourada. Grafite concretizando todo mistério da sensibilidade poética feminina. Parabéns amiga linda. Você é um presente para mim e para todos que sabem sentir o significado do valor desta alma cheia
de encanto, mistério e magia. Ná.

Kely C. disse...

"...SEMPRE DOU LONGAS BRAÇADAS,
....SEMPRE PERCO O AR,
....PERCO A NOÇAO"

Nossa dor não advém das coisas vividas,mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.