quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dona

     



















 A     abandonada
Um dia  abandona
            e do nada
             torna-se  dona
De si




Neusa Doretto

13 comentários:

marinaCavalcante disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
marinaCavalcante disse...

Acho que foi a melhor pausa
poética que tiver o prazer
de ler aqui. =]

Parabéns!
Traduziste em palavras e ainda
rimadas algo tão comum em nossas vidas...

E que a abandonada
torne-se dona de si, mas não só. =]

Abraço!

*Sinto falta de seus comentários.

A Moni. disse...

E isso é muito!

Vou fazer um mantra, Neusa!
Lindo!

Abraços...

José Carlos Mendes Brandão disse...

a
aban'

do
nada

Mai disse...

A palavra foi se lapidando, dissecando,escorrendo à última gota -
nada... dona...só. Excelente!

Renata de Aragão Lopes disse...

Muito bom!

Beijo,
doce de lira

Rafael Castellar das Neves disse...

E assim DEVERIAM ser todos abandonos...ou simplesmente TODOS...que se tornem donos de si para continuar a própria jornada...

[]'s

Talita Prates disse...

achei genial, Neusa.

Um bjo.

sueli aduan disse...

Perfeita!
abs

Batom e poesias disse...

Poesia rápida, mas diz tudo o que precisa ser dito.
Amo quem consegue condensar tanto sentimento em poucas palavras.
Bj

Rossana

uminuto disse...

invertem-se as posições...sinal de crescimento emocional
umm beijo

tonhOliveira disse...



"Adonou-se"!

Gostei DOretto NeusA

Fabio Rocha disse...

Adorei esse. Minha poesia é, em sua maioria, curta também... Adoro esse poder de síntese. Beijo