sábado, 5 de dezembro de 2009

Glamour


























Noite ainda
o corpo treme

Solto o leme
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5 comentários:

Mai disse...

E segue à deriva.
Fluxo.

Você vicia o leitor.
Abraços e bom domingo.

A Moni. disse...

Esses "poemas de mini-saia" t~em mais contexto que os sonetos...rsrs

Adorei!

poesia deagry disse...

Navegar à vista, ao som dos desejos e da inspiração. Linda síntese

Mai disse...

Teus poemas são streppers e nós somos voyers.
Interessante é que há sempre uma imagem que se forma mas entre o corpo do poema e a última frase, há algo secreto, vedado aos olhos e aberto à imaginação.

maravilha isto.
um poema nanico e gigante

beijos.

Flá Perez (BláBlá) disse...

adorei demais esse!
e que coincidência, vi no comente acima a moça falando de poema de mini-saia: tenho um capítulo do meu livro dedicado aos nanopoemas que se chama poemas de mini-saia.